Polícia faz operação contra rede de pedofilia no interior do AM
Postado em 13/05/2011 por Equipe PCEasy NET
A Polícia Civil do Amazonas desencadeou a operação “Cachoeira Limpa”, na manhã desta quinta-feira (12), para combater uma rede de pedofilia no município de Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros da capital). Duas pessoas foram presas e uma morreu em confronto com policiais.

O principal acusado do esquema, Fernando Araujo Pontes, 25, o “Ferrugem”, teria reagido a prisão e morreu atingido pelos disparos de policiais durante abordagem na residência dele. Na casa, foram encontradas mídias com fotos de crianças, notebooks, um revólver calibre 32 e uma pistola 380, além de uma quantidade de dinheiro ainda não levantada pela Polícia.
A operação também resultou na prisão de Antônio Carlos Ferreira, 43, o “Primo Pontes” e Maynessa Sandreane Pinto Guerra, 21. A Polícia cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela juíza Careen Aguiar da Comarca do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) no município, na residência de Fernando, em uma lan house e no comércio de Antônio Ferreira, onde aconteceu a prisão do casal.

As investigações sobre o caso começaram há cerca de dois meses, após uma adolescente de 14 anos ter sido obrigada a fazer um aborto. Na época, aproximadamente no mês de março, os pais da adolescente registraram boletim de ocorrência (BO) na Polícia. A partir do episódio, as investigações sobre a suspeita de haver uma rede de pedofilia foram iniciadas.
Esquema
De acordo com o delegado do 33º Distrito Policial, Fábio Martins, o esquema era realizado na frente das escolas do município. “A abordagem das crianças era feita por Maynessa na frente das escolas, onde ela escolhia as meninas mais bonitas e as assediava oferecendo emprego e dinheiro. Depois disso, com a ajuda de Antônio, fazia o intermédio das adolescentes com empresários do município”, afirma o delegado.
Policiais Civis da Delegacia Regional de Presidente Figueiredo e agentes do Grupo FERA participaram da operação em parceria com o Ministério Público do Estado (MPE). A Polícia encaminhou os acusados para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, onde ficarão até o final do processo. O promotor responsável pelo caso é João Bosco Sá Valente.
As informações sobre a morte de Fernando Araújo Pontes, 25, durante a ação da polícia na Operação “Cachoeira Limpa”, na manhã desta quinta-feira (12), no município de Presidente Figueiredo, localizado a 118 quilômetros de Manaus, são divergentes. A família defende que o comerciante foi executado, já a polícia diz que ele reagiu no momento do cumprimento do mandado.
Segundo a família, foram disparados 14 tiros. “Ele estava dormindo e foi acordado pelos policiais, ele mesmo abriu a porta. O mandado era de busca e apreensão. Os policiais não tinham por que atirar. Ele não reagiu. A arma que ele tem estava embaixo da cama”, conta o irmão Fábio Pontes.
Segundo Fábio Martins, delegado do município, que não estava presente no local do ocorrido, “foram quatro tiros. Os policias estavam acompanhados do promotor Ronaldo Andrade. Eles pediram para entrar e, como não deixaram, invadiram. O objeto de investigação estava armado e tentou reagir. Os tiros foram para que ele não oferecesse mais resistência”.
A reportagem de A Crítica teve acesso ao local e constatou que não havia qualquer sinal de reação ou luta corporal, além disso, não foi percebida qualquer marca de tiro nas paredes do quarto. As imagens mostram que o sangue estava apenas em cima da cama e a porta não apresentava qualquer marca de arrombamento.
A perícia não foi acionada e a entrada de populares não foi proibida. De acordo com o delegado, não houve tempo. “Depois de atirar, os policiais prestaram socorro e o levaram ao hospital. Foi no caminho apenas que Fernando morreu”.
Outro questionamento da família é quanto ao envolvimento de Fernando com o objeto da operação, o crime de pedofilia. Segundo o irmão, no último final de semana, os dois chegaram a conversar sobre o assunto “Ele comentou comigo que políticos estavam querendo armar contra ele, tentando envolvê-lo com pedofilia, mas, que não iam conseguir por que ele não tinha culpa nenhuma”.
O delegado Martins conta que na delegacia há vários inquéritos contra Pontes. “Temos termos de declaração de que ele andava armado pela cidade e inclusive de disparo em via pública, mas, quanto ao envolvimento dele com a pedofilia, não há provas apenas suspeitas. As informações que recebemos são de que ele praticava sexo com menores e colocava na internet, mas não encontramos nada desse material”.
“Vamos avaliar o material que foi encontrado nas outras ações. Na casa dele foram apreendidas duas armas: uma pistola e um revolver. A policia buscava provas, tinha ido na casa investigar. Ele reagiu e não precisava disso. Todas as outras ações foram tranquilas”.
O vereador Mário Frota, destacou uma equipe de asses¬sores para in¬ves¬tigar, por conta própria, a morte do jovem em¬presário Fer¬rugem. Os asses¬sores troux¬eram a in¬for¬mação de que Fer¬rugem não era en¬volvido com ped¬ofilia, mas, o que mais chamou a atenção do vereador, foi a forma como se re¬al¬izou a ação, com os homens do Grupo Fera en¬ca¬puzados e com a pre¬sença de um pro¬motor de Justiça que, até agora não abriu a boca. “Quanto mais in¬ves¬tig¬amos, mais temos a im¬pressão que foi uma ex¬e¬cução e, uma vez con¬fir¬mada pela cor¬rege¬doria, o min-istério Público Es¬tadual, também, terá sangue nas mãos neste episódio”.
COMENTARIO DAS PESSOAS
eu gostaria muinto que alguém me explicasse, o que a guarda municipal de presidente estava fazendo junto a operação, conjunta entre MP e Policia Civil, estranho que a PM não foi chamada, visto que se fosse seria parte das suas atribuições, agora a guarda municipal ser chamada para uma operação destas e no minimo absurda, se não vejamos: Quais as atribuições da guarda municipal? Explico : As atribuições da guarda municipal é protejer o patrimonio público dentre eles ( escolaS nunicipais, prefeitura, hospital, dentre outros bens que seja da esfera municipal) Agora resta saber quem denegou poderes de policia a guarda? no minimo isto é um crime de Usurpação de função visto que as prerrogativas seria da policia militar, que foi passada para trás, estranho mais ainda é que o chefe da guarda municipal é um investigador da policia civil, o senhor geovar leitão, Visto que o MP que tên como prerrogativas a fiscalização da lei, ter compartilhado com isto, estranho mais ainda é um pai de familia ser assassinado na frente de seus filhos e sua esposa, assassinato feito em conjunto pela policia civil, ministerio Público e guarda municipal, sim, pois todos participaram da operação em que resultou o assassinato de ferrugem, sendo assim todos que participaram indiretamente e diretamente também são cumplices, Há vale resaltar o tamanho da mega operação que foi feita, não poderia de forma alguma esta a frente desta operação pessoas inesperientes, como no caso dos dois delegados que participaram da operação, delegado fabio martins nomeado a trés meses e delegado caio cezar nomeado pela janela a 15 dias, sem duvida foi uma negligencia muinto grande pelo comando da policia civil, colocar dois rapazes que pensavam que na vida real era igual ta jogando video game como njo jogo ( GTS ) agora a população esta revoltada com toda razão, me admira mais ainda o promotor que estava acompanhando a opreração colocar uma arma na cabeça da esposa da vitima e obrigala a assinar um documento, este promotor ate agora não se manisfetou por que serar ? ha pra quem não sabe o promotor foi o Danieu brito e Ronaldo andrade..
Os promotores e a policia Civil, pensavam que o rapaz era cão sem dono, que era chegar lá assassinar o rapaz e ficaria por isso mesmo, quebraram a cara a pressão esta vindo e grande, o Ministerio Publico já colocou dois promotores para investigar a conduta dos promotores que participaram da operação, o delegado da policia civil ta correndo da sala para cozinha, também podera um delegado recém aprovado em um concurso, pensando que era o bambam ta se ferrando pela merda que fez, vivia trancado com o promotor Daniel Brito na sala da promotoria no forum tramando esta operação, agora os dois estão ferrados, assumiram que já envestigavam fazia dois meses, e na hora que invadem a casa do cidadao o executão, vasculham a casa e não encontran nada que ligue o cidadão ao crime que dizem ter investigado é se segurem que a porrada vai ser uma só, meio que estranho, a policia federal passa um, dois ou tres, anos investigando, a policia de figueiredo ta muinto acima da policia federal só prescizou de dois meses, tambem vejamos o delegado fabio martins foi nomeado a trés meses o outro delegado que participou caio cesar é filho do delegado geral e ficou na entre os 1.111 ( um mil cento e onze) essa foi a sua colocação, porém a bandidagem na policia civil e tanta que conseguiram colocar ele na vaga dos que realmente foram aprovados, os que ficaram entre os cem primeiros, não tiveram direito, ta Explicado o porque desta merda toda que fizeram.